Dia Nacional da Juventude

O ano de 1985 foi decretado pela ONU como o Ano Internacional da Juventude. Como gesto concreto, a Pastoral da Juventude do Brasil assumiu a celebração do DIA NACIONAL DA JUVENTUDE. Em 1986 aconteceu o primeiro Dia Nacional da Juventude (DNJ). Atualmente, no Brasil, celebramos o DNJ no último Domingo de outubro. O DNJ é um evento realizado anualmente, esse dia é marcado por mobilizações de milhares de jovens, em todo o país, para celebrar, como igreja, a vida da juventude.

O DNJ também é tempo de mudança, de revermos nossa vida como jovens e como podemos melhorá-la diante a sociedade assumindo alguma causa. Há muitas iniciativas na sociedade que são valiosas e que seria bom apóia-las (campanha em favor da paz, da moradia, da terra, da dignidade do povo indígena, da mulher, etc...). Com essas iniciativas esperamos assumir a condição de Jovens que anunciam a outros jovens a boa notícia que Deus nos confiou para ser entregues a todos(as). 

Semana da Cidadania

A Semana da cidadania é um evento voltado para todos e todas os adolescentes e jovens do município. É uma atividade ecumênica, realizada com todos e para todos e todas. É um exercício concreto de trabalho com os diversos segmentos da sociedade. Por isso:

  • As atividades precisam ser convocadas com antecedência, através dos meios de comunicação, de visitas às escolas, aos outros grupos das igrejas.

  • Devemos realizar uma atividade de abertura da Semana: espetáculo cultural, caminhada, atividades nas escolas (concursos de cartaz, de redação...).

  • Precisamos registrar as atividades com filmagens, fotografias, relatórios para, depois, comunicar os resultados à comunidade.

  • É bom encaminhar as notícias para o Jornal Juventude e os dados para a Secretaria Nacional da Pastoral da Juventude do Brasil

A Semana da Cidadania nasceu em 1995 e é coordenada pela Pastoral da Juventude do Brasil, marcada por atividades a favor dos adolescentes e jovens.

 

Campanha da Fraternidade

 

A Campanha da Fraternidade surgiu durante o desenvolvimento do Concílio Vaticano II. A reflexão sobre a realidade latino-americana levou a Igreja a enfrentar o desafio da pobreza e da urgente presença transformadora nas estruturas sociais. A Conferência de Puebla acentuou ainda mais a dimensão social da fé e da vivência cristã, a fim de superar a situação de marginalização, opressão e exclusão em que vive a maioria do povo, criando-se um clima de comunhão e participação.

 

Os temas da Campanha da Fraternidade, inicialmente, contemplaram mais a vida interna da Igreja. A consciência sempre maior da realidade sócio-econômico-política, marcada pela injustiça, pela exclusão e por índices sempre mais altos de miséria, fez escolher como temas da Campanha aspectos bem determinados desta realidade em que a Fraternidade está ferida e cujo restabelecimento é compromisso urgente de fé. A partir do início dos encontros nacionais sobre CF, em 1971, a escolha de seus temas vem tendo sempre mais ampla participação dos 16 regionais da CNBB que recolhem sugestões das Dioceses e estas das paróquias e comunidades.

 

Grito dos Excluidos

 

O Grito dos Excluídos vem sendo organizado desde 1995, paralelamente às comemorações oficiais de 7 de setembro. A idéia, que se fortalece a cada ano, é se opor às políticas neoliberais que só trazem pobreza, dor e sofrimento à população, mostrando a todos que é possível e necessário construir, a partir das mobilizações dos excluídos, um país realmente livre e justo.


O Grito é uma grande e vibrante manifestação de milhares de desempregados, sem terra, sem teto, meninos e meninas de rua, aposentados, etc., que se juntam todos os anos, nos desfiles oficiais de 7 de setembro, para exigir dos governantes um país mais justo e independente.


O Grito dos Excluídos é realizado todos os anos durante os desfiles oficiais de 7 de setembro, em locais previamente anunciados pela entidades que o organizam, em cada cidade do estado. É organizado por várias entidades da sociedade civil, como Igrejas e entidades ecumênicas, movimentos populares, entidades sindicais, partidos políticos, etc.

 

Romarias

 

(EM BREVE)

 

Fonte: www.pjbmaringa.pop.com.br